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Archive for the ‘Campos de Arroz’ Category

Muitas crianças, particularmente as que vivem longe do campo, desconhecem de onde vem o arroz ou como ele se desenvolve. Especialmente a pensar nelas, em 2009 fizemos um vídeo didático no qual a “Cegonha Cici” explica o ciclo do cultivo do arroz.
De algum modo, este vídeo pretende ser também uma forma de preservar o património imaterial, particularmente das gentes da Borda do Campo, uma pequena freguesia situada a sul do concelho da Figueira da Foz, no Baixo Mondego.



Clique na foto para ver mais sobre o cultivo do arroz:

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Depois do êxito alcançado na 1ª edição, a equipa irá realizar o seu 2º Passeio de BTT no próximo dia 4 de Setembro de 2011.

Por isso convida todos os Bttistas e amantes das bicicletas que gostem de desfrutar de belas paisagens para a participação neste magnífico evento.

Existirão dois percursos de 40 e 20 Kms, o primeiro de dificuldade média, o segundo será um passeio guiado de carácter familiar.

Neste passeio existe prémios no percurso de 40 Kms, nomeadamente:
• 1º, 2º e 3º classificados Masculinos;
• 1º, 2º e 3º classificados Femininos;
• Equipa com maior nº de elementos inscritos;
• Elemento mais jovem;
• Elemento menos jovem;
• Equipa que percorrer o maior número de Kms até chegar a Calvete a partir da sua sede.

O valor da inscrição será de 8€ sem almoço e 10€ com almoço, como ementa tem o tradicional porco no espeto bem regado. Preço do almoço para acompanhantes será de 6€. Participação grátis para crianças até 14 anos (inclusive).

Para realizar a inscrição, os participantes deverão preencher o formulário no Blogue, efectuar o pagamento por transferência bancária para o NIB: 0045 3051 40244306878 67, titular da conta ACRDC, Caixa de Crédito Agrícola, e enviar o respectivo comprovativo de pagamento para o email: malhanocharcobiketeam@gmail.com.

O local de concentração será no largo da Associação de Calvete, o secretariado abre ás 07:00 para entrega dos dorsais, com partida marcada impreterivelmente para as 09:00.

As inscrições encontra-se abertas entre os dias 1 de Julho e 2 de Setembro de 2011, com o nº limitado a 250 participantes.

Prometem uma manhã bem passada e os belos trilhos que tem para a prática do BTT.

COMO CHEGAR A CALVETE A PARTIR DA TUA LOCALIDADE:
clica aqui para ver o mapa no Blogue;
– apaga a origem “Figueira da Foz” e escreve o nome da tua localidade;
– faz Enter;
– e já está, já tens o caminho até chegar ao local de partida do BTT Rota do Pranto.

COORDENADAS GPS:
– 40º 04” 35′ N;
– 08º 45” 42′ W.

PROGRAMA

DIA 3 – SÁBADO
18:00 – Abertura do Secretariado (Entrega de dorsais e documentação).
20:00 – Encerramento do Secretariado.

DIA 4 – DOMINGO
07:00 – Abertura do Secretariado.
08:45 – Briefing.
09:00 – Inicio do Passeio dos 40 Kms.
09:15 – Inicio do Passeio dos 20 Kms.
11:00 – Chegada prevista para o 1º Classificado de Passeio dos 40Kms.
12:30 – Inicio do almoço.
14:30 – Entrega de prémios.
17:00 – Encerramento do evento.

Informação retirada do blogue:

http://malhanocharcobiketeam.blogspot.com/2011/05/blog-post_23.html
Para mais informação consolte o Blogue

Fotos de malhanocharcobiketeam

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Os arrozais da Borda do campo foram o local escolhido pela SIC para a reportagem acerca da abertura da época venatória no dia 15 de Agosto de 2011.


Também esta região foi escolhida para um artigo sobre Caça, publicado na revista de especialidade “Caça e Cães de Caça”, no seu número de Agosto de 2011.

Pequenos excertos do artigo sobre a caça aos patos nos arrozais do baixo Mondego nesta revista:

Fotos e textos retirados da Revista Caça & Cães de Caça de Agosto 2011

Fotos e textos retirados da Revista Caça & Cães de Caça de Agosto 2011

 

Clique para saber mais sobre o Clube de Caçadores da Borda do Campo

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Romano Mancini é administrador da Sear, uma das oito maiores empresas em Portugal de transformação de arroz, (sediada em Santiago do Cacém) e também um dos maiores defensores do arroz carolino.
Sem papas na língua, o empresário, que se encontrou com orizicultores do Baixo Mondego com vista a possível aquisição de arroz, não poupa críticas ao Estado e aos próprios produtores…
 

 Ver mais em:  http://www.diariocoimbra.pt/index.php option=com_content&task=view&id=8799&Itemid=135

 

Recordado entrevista ao Setúbal na Rede em 24-11-2003

“O produtor de arroz português pode desaparecer a qualquer momento”

   

Com cerca de vinte trabalhadores e uma venda de aproximadamente 20 mil toneladas de arroz por ano, a Sear é uma empresa de transformação de arroz sediada no concelho de Santiago do Cacém. Fundada pela Portugal Nacional e Colónias em 1954, a empresa viria passar para as mãos dos italianos do grupo Euricom em 1996, sendo que este grupo já estava a administrar a fábrica desde 1992. Actualmente a empresa tem 85% de capital italiano e 15% de capital português através da participação do Grupo Sonae.
  

Em entrevista ao “Setúbal na Rede” , Romano Mancini, administrador da Sear, desvenda os segredos da indústria do arroz …      http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=532

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Para quem gosta de geocaching, aqui está mais uma sugestão de um dia bem passado.

Esta nova cache “A Barca” criada pelo Lino Albano responsável pelo Blogue Trilho Natural

Esta cache vai proporcionar a todos uma boa caminhada, junto da bela paisagem dos campos de cultivo de arroz. Poderá visitar a cache várias vezes no ano, para poder tirar partido das várias fases de paisagem. Se é geocacher tem a vida facilitada para obter as coordenadas e o acesso á informação da cache. Se não é um geocacher, porque não juntar-se a nós? Se adora a natureza, caminhadas e o desporto este é o momento certo.”  lalbano em 6/18/2010 em http://trilhonatural.blogspot.com

Venha conhercer o geocaching em http://www.geocaching.com/

 Poderá ver a página oficial da cache em A BARCA

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Reportagem do jornal “DIÁRIO AS BEIRAS 26 MAIO 2010 “

ORIZICULTORES reuniram-se com Direcção Regional de Agricultura

A ASSOCIAÇÃO Portuguesa de Orizicultores (APOR) está preocupada com o futuro do vale do Pranto.

Não apenas com a produção de arroz, mas com todo o ecossistema.

Ontem, no final de uma reunião com a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro (DRAPC), o presidente da associação afirmou mesmo que “o vale do Pranto está em risco de desaparecer”.

Em causa está a “poluição”, que os orizicultores dizem não saber se provém das estações de tratamento de águas residuais existentes na zona ou das suiniculturas.

Além disso, a não realização das obras de emparcelamento e o aumento dos custos de produção – nomeadamente a taxa de água – poderão levar os orizicultores a abandonar os mais de 2.400 hectares de área cultivada. E “se não houver agricultura” – que na zona se resume ao arroz – “morre todo o ecossistema”, lamenta Isménio Oliveira.

Para debater este e outros assuntos, a APOR irá realizar em Julho (provavelmente no dia 18, no distrito de Santarém). Entre as reivindicações dos orizicultores está a finalização das obras hidroagrícolas do Baixo Mondego, com emparcelamento em todos os vales, e a penalização do “dumping” industrial.

Além do encontro, a APOR vai também envolver os partidos políticos. A Comissão Parlamentar de Agricultura deverá ser convidada a visitar o Baixo Mondego.

Para já, as expectativas dos orizicultores para a próxima colheita não poderiam ser piores. “Nunca vi um ano ter começado tão mal”, diz Jorge Jordão, culpando “o tempo frio e o muito vento”. A intenção já não é ganhar dinheiro, mas sim “não ter prejuízo”.

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Dois tractores com as sua rodas de ferro remexem e endireitam os terrenos alagados.

A utilização de rodas de ferro oferece maior sustentação ao tractor e deixam menos rastos que as rodas de borracha.

Com a utilização de uma grade traseira remexem o terreno previamente alagado com água, para arrancar as ervas daninhas e nivelam o terreno deixando a superfície lisa e totalmente submersa.

Este processo também permite a formação de lama, ideal para receber o arroz pré-germinado que vai facilitar o enraizamento, evitando assim que ele seja deslocado pelas pequenas ondas formadas pelo vento.    ( Clique na foto para ver mais… )

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Eduarda Macário

Reportagem do jornal “asbeiras 08-04-2010”


O Ministério da Agricultura prometeu pagar as dívidas (referentes às medidas agro-ambientais) até 16 de Julho. Dizendo-se cansados de promessas por cumprir, durante os últimos anos, os agricultores do Baixo Mondego decidiram “dar um voto de confiança” ao ministro e à sua equipa. Aliás, a entrevista do ministro ao Jornal de Negócios tem servido para dar um novo alento aos agricultores.

“Nem sei como é que os agricultores aguentaram tanto tempo face aos pagamentos das medidas agro-ambientais. Dois anos de atraso é muito”, reconheceu o ministro. E se, a esses atrasos, os agricultores juntarem as ajudas directas perdidas desde 2005 (ver destaque), “é possível compreender a situação delicada a que chegou o sector”.

“Ainda há hoje agricultores que não receberam as medidas agro-ambientais de 2008 apesar do seu processo de candidatura cumprir todas as formalidades exigidas”, acusou Carlos Laranjeira, sublinhando que “o próprio ministro reconheceu que é intolerável que na era da informática não se façam os pagamentos a 30 dias”. “É nisso que os agricultores querem, agora, acreditar que António Serrano saberá dar a volta à pesada herança cheia de armadilhas”, reforçou.

E enquanto esperam que o ministério assuma as suas responsabilidades, os agricultores sentaram-se à mesa para analisar a situação e definirem algumas medidas que podem contribuir para “salvar” o sector. O grupo, constituído por 18 agricultores que liderou os movimentos de protesto às políticas de Jaime Silva, é representativo das diferentes zonas e culturas do Baixo Mondego.

Para além dos pagamentos em atraso, os agricultores discutiram a questão do preço da água. E estão de acordo quanto à recusa no seu pagamento referente aos anos de 2008, 2009 e 2010. “Os nossos parceiros comunitários só agora é que estão a discutir a questão e a nós exigem-nos o pagamento dos anos atrasados”, questiona Carlos Laranjeira. Os agricultores do Baixo Mondego decidiram criar uma comissão para estudar o problema e sustentar a decisão de não pagarem a água atrasada.

Mas os problemas não se ficam por aqui. Também o arroz continua na ordem do dia. “2010 tem que ser um ano de mudança para o arroz do Baixo Mondego para que possamos ter produto de altíssima qualidade no mercado e por preços justos. Estamos a trabalhar na alteração da legislação para definir bem o que é o carolino e o que não e evitar que apareçam misturas de fraca qualidade e fora da lei”, reforça Carlos Laranjeira. Lembrando que “Portugal tem o arroz mais barato produzido no mundo, incluindo no terceiro mundo onde as condições humanas e o ambiente não são respeitados”, Carlos Laranjeira lamenta as falcatruas que tornam isso viável num país – e numa região – onde se cumprem as exigências ambientais e se respeita o homem. E por que se fala de respeito, os agricultores recusam ver o Baixo Mondego ser tratado de maneira diferente de outras zonas do país, nomeadamente, do Alqueva.

“Até este momento, eles não pagam a água, têm contribuição financeira da EDIA e tudo leva a crer que é uma obra inviável se não tiver o apoio da produção de energia da barragem”, aponta, reconhecendo que “é aí que reside a revolta dos homens do Baixo Mondego”. “Nós temos uma barragem e dois açudes no Mondego que não contribuem e, que num passado recente nos deram um descontrolo total da água que destruiu obras e causou enormes prejuízos à população. Queremos todos os agricultores unidos mas não queremos ser os parentes pobres deste país”, afirmou, concluindo que “não há terras incultas e, mesmo com prejuízo, as ervas daninhas não suplantam as culturas”.

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As maquinas limpam as valas para poder drenar e irrigar as terras.

A descida das águas é um festim para a aves, alimentando-se de lagostins a pequenos peixes.

Para ver mais sobre o cultivo do arroz clique aqui.

https://bordadocampo.com/arroz/cultivo-arroz

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Produtores de arroz do Baixo-Mondego preocupados com poluição
13.01.2010
Lusa

Os orizicultores do Baixo-Mondego alertaram ontem para o risco de a produção desaparecer em breve dos Vales do Pranto e do Arunca, se não for resolvido o problema das descargas poluidoras ou construído um canal de rega.

O alerta foi lançado pela Associação Portuguesa de Orizicultores (APOR), após uma reunião na delegação de Coimbra da Direcção Regional da Agricultura do Centro (DARC).

Numa exposição entregue na delegação da DARC, a associação afirma que “os campos do Vale do Pranto estão a ser poluídos pelas descargas de explorações de suinicultores e pelas ETAR (Estações de Tratamento de Águas Residuais) municipais situadas nas freguesias a sul do concelho de Pombal e freguesias de Borga do Campo e Alqueidão, no concelho da Figueira da Foz”.

“Estão a descarregar para o rio e porque não temos água potável como deve ser, a rega é através do rio”, disse Pedro Brás, da direcção da APOR, frisando que caso o problema não seja rapidamente resolvido, “terão de parar de produzir arroz”.

A associação exige que a situação seja “rapidamente averiguada” pelos Ministérios da Agricultura e do Ambiente e tomadas “medidas no sentido de resolver o problema”, que afecta cerca de dois mil agricultores dos concelhos de Soure e Figueira da Foz.

“Se houvesse um canal de rega não se colocava o problema da poluição. Se isso não for resolvido, nos Vales do Pranto e do Arunca, dentro de cinco anos, não temos lá arroz “, afirmou Isménio de Oliveira, coordenador da APOR.

Os produtores de arroz do Baixo-Mondego reclamam também o emparcelamento agrícola em todos os vales onde ainda não foi feito, por considerarem “essencial para o desenvolvimento agrícola da região”. “Foi-nos dito que há um projecto a nível do PRODER (Programa de Desenvolvimento Rural) que inclui 40 milhões de euros para os campos de Maiorca, do Bolão e da Margem Esquerda (Taveiro, Coimbra), queremos saber por que razão não há projectos para outras zonas”, declarou aos jornalistas Isménio de Oliveira.

http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1417626

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