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Archive for the ‘Notícias’ Category

Estão abertas inscrições para as aulas de “Kempo Chinês”.

Aulas grátis em Junho e Julho, todas as sextas das 19 ás 21horas, com o instrutor Eurico Oliveira.

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No passado domingo, dia 13 de Junho, realizou-se um jogo de futebol no campo de futebol da Borda do Campo.

Solteiros contra casados ou solteiras contra casadas, todos foram convidados a participar neste encontro que tenciona, acima de tudo, promover o convívio entre todos, de uma forma saudável e desportiva.

Apesar da idade e de alguns quilitos a mais, os Casados venceram por 75.

Eis um vídeo do resumo do jogo

Não faltaram as bolas à trave.

No meio de tanta curva será que a bola está fora ?

O Duarte foi a vedeta do jogo e nem no intervalo parou para descansar.

Depois do jogo dos homens, as senhoras e raparigas também tocaram na bola.

Também ouve quem chorasse pela mãe, pois as condições do “relvado” não eram as melhores.

Depois de tanto correr foi servido um almoço convívio bem regado.

Pode ver mais fotos em:

http://picasaweb.google.pt/bordadocampo/FutebolSolteirosCasados#

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Reportagem do jornal “DIÁRIO AS BEIRAS 26 MAIO 2010 “

ORIZICULTORES reuniram-se com Direcção Regional de Agricultura

A ASSOCIAÇÃO Portuguesa de Orizicultores (APOR) está preocupada com o futuro do vale do Pranto.

Não apenas com a produção de arroz, mas com todo o ecossistema.

Ontem, no final de uma reunião com a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro (DRAPC), o presidente da associação afirmou mesmo que “o vale do Pranto está em risco de desaparecer”.

Em causa está a “poluição”, que os orizicultores dizem não saber se provém das estações de tratamento de águas residuais existentes na zona ou das suiniculturas.

Além disso, a não realização das obras de emparcelamento e o aumento dos custos de produção – nomeadamente a taxa de água – poderão levar os orizicultores a abandonar os mais de 2.400 hectares de área cultivada. E “se não houver agricultura” – que na zona se resume ao arroz – “morre todo o ecossistema”, lamenta Isménio Oliveira.

Para debater este e outros assuntos, a APOR irá realizar em Julho (provavelmente no dia 18, no distrito de Santarém). Entre as reivindicações dos orizicultores está a finalização das obras hidroagrícolas do Baixo Mondego, com emparcelamento em todos os vales, e a penalização do “dumping” industrial.

Além do encontro, a APOR vai também envolver os partidos políticos. A Comissão Parlamentar de Agricultura deverá ser convidada a visitar o Baixo Mondego.

Para já, as expectativas dos orizicultores para a próxima colheita não poderiam ser piores. “Nunca vi um ano ter começado tão mal”, diz Jorge Jordão, culpando “o tempo frio e o muito vento”. A intenção já não é ganhar dinheiro, mas sim “não ter prejuízo”.

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Como diz Lino Albano bordacampense e autor deste Blogue:

“ Descobrir a natureza, com desporto.”

“Sou um amante da natureza e do desporto ao ar livre.”

É um blogue que fala e mostra paisagens naturais aliadas ao desporto,

rotas e trilhos.

Este blogue vai ser uma boa ajuda para quem gosta de passear ao ar livre…

http://trilhonatural.blogspot.com

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Eduarda Macário

Reportagem do jornal “asbeiras 08-04-2010”


O Ministério da Agricultura prometeu pagar as dívidas (referentes às medidas agro-ambientais) até 16 de Julho. Dizendo-se cansados de promessas por cumprir, durante os últimos anos, os agricultores do Baixo Mondego decidiram “dar um voto de confiança” ao ministro e à sua equipa. Aliás, a entrevista do ministro ao Jornal de Negócios tem servido para dar um novo alento aos agricultores.

“Nem sei como é que os agricultores aguentaram tanto tempo face aos pagamentos das medidas agro-ambientais. Dois anos de atraso é muito”, reconheceu o ministro. E se, a esses atrasos, os agricultores juntarem as ajudas directas perdidas desde 2005 (ver destaque), “é possível compreender a situação delicada a que chegou o sector”.

“Ainda há hoje agricultores que não receberam as medidas agro-ambientais de 2008 apesar do seu processo de candidatura cumprir todas as formalidades exigidas”, acusou Carlos Laranjeira, sublinhando que “o próprio ministro reconheceu que é intolerável que na era da informática não se façam os pagamentos a 30 dias”. “É nisso que os agricultores querem, agora, acreditar que António Serrano saberá dar a volta à pesada herança cheia de armadilhas”, reforçou.

E enquanto esperam que o ministério assuma as suas responsabilidades, os agricultores sentaram-se à mesa para analisar a situação e definirem algumas medidas que podem contribuir para “salvar” o sector. O grupo, constituído por 18 agricultores que liderou os movimentos de protesto às políticas de Jaime Silva, é representativo das diferentes zonas e culturas do Baixo Mondego.

Para além dos pagamentos em atraso, os agricultores discutiram a questão do preço da água. E estão de acordo quanto à recusa no seu pagamento referente aos anos de 2008, 2009 e 2010. “Os nossos parceiros comunitários só agora é que estão a discutir a questão e a nós exigem-nos o pagamento dos anos atrasados”, questiona Carlos Laranjeira. Os agricultores do Baixo Mondego decidiram criar uma comissão para estudar o problema e sustentar a decisão de não pagarem a água atrasada.

Mas os problemas não se ficam por aqui. Também o arroz continua na ordem do dia. “2010 tem que ser um ano de mudança para o arroz do Baixo Mondego para que possamos ter produto de altíssima qualidade no mercado e por preços justos. Estamos a trabalhar na alteração da legislação para definir bem o que é o carolino e o que não e evitar que apareçam misturas de fraca qualidade e fora da lei”, reforça Carlos Laranjeira. Lembrando que “Portugal tem o arroz mais barato produzido no mundo, incluindo no terceiro mundo onde as condições humanas e o ambiente não são respeitados”, Carlos Laranjeira lamenta as falcatruas que tornam isso viável num país – e numa região – onde se cumprem as exigências ambientais e se respeita o homem. E por que se fala de respeito, os agricultores recusam ver o Baixo Mondego ser tratado de maneira diferente de outras zonas do país, nomeadamente, do Alqueva.

“Até este momento, eles não pagam a água, têm contribuição financeira da EDIA e tudo leva a crer que é uma obra inviável se não tiver o apoio da produção de energia da barragem”, aponta, reconhecendo que “é aí que reside a revolta dos homens do Baixo Mondego”. “Nós temos uma barragem e dois açudes no Mondego que não contribuem e, que num passado recente nos deram um descontrolo total da água que destruiu obras e causou enormes prejuízos à população. Queremos todos os agricultores unidos mas não queremos ser os parentes pobres deste país”, afirmou, concluindo que “não há terras incultas e, mesmo com prejuízo, as ervas daninhas não suplantam as culturas”.

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O Instituto Nacional de Estatística (INE) está a realizar o Recenseamento Agrícola 2009, desde Novembro de 2009 e até Maio de 2010. Trata-se de um inquérito estatístico, efectuado de dez em dez anos, a todas as explorações agrícolas, com o objectivo de caracterizar a agricultura portuguesa.
À semelhança do que está a acontecer por todo o país, os agricultores na Borda do Campo também serão contactados por um entrevistador, devidamente credenciado, tendo de responder a questões relativas à exploração agrícola. A participação de todos de forma activa e empenhada é fundamental para assegurar o rigor e a qualidade da informação recolhida.

Se não conhecer o entrevistador não hesite em lhe pedir a identificação.

Chama-se a atenção para o facto da resposta a estes inquéritos ser obrigatória por lei, e que todos os dados recolhidos constituem segredo estatístico, não podendo, em circunstância alguma, ser divulgados para outros fins.

Para mais informações visite o site do INE para o Recenseamento Agrícola.

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Contando com o apoio de mais de uma dúzia de voluntários e algumas viaturas particulares, a quantidade de lixo recolhida encheu um camião.
Ao longo de uma tarde percorremos todas as localidades da freguesia da Borda do Campo, recolhendo lixo nalgumas pequenas lixeiras clandestinas.
Também foi recolhido lixo disperso ao longo da via pública, desde cartazes afixados a objectos atirados fora pelos ocupantes de viaturas, tais como garrafas de água, iogurtes, latas de refrigerantes, entre outros.

Nesta actividade foram utilizados 2 tractores, 1 carrinha caixa aberta, 3 veículos ligeiros, 1 moto 4 e 1 camião basculante com grua, disponibilizado pela firma Manuel Pedrosa Oliveira & Filhos Lda, (mais conhecida por “Silvitas”) para levar o lixo recolhido para o aterro.

Agradece-se a todos os que colaboraram nesta iniciativa, nomeadamente:
Amélia Jordão, Ana Ramos, Anabela Gaspar, Célio Neves, César Oliveira, Inês Pinto, José António Gaspar, José Pereira, Lino Albano, Paulo Jordão, Paulo Pinto, Sandra Fernandes, Sílvio Gaspar, Sílvio Marques.

A sensibilização dos mais jovens também não foi esquecida pelos seus familiares, tendo também participado nesta iniciativa as crianças Adriana Ameixa, Hilário Jordão, Ivo Jordão e Sol Marques.

Esperamos que acções como esta sensibilizem a população em geral a não sujar a nossa bela freguesia, bem como o nosso país.

Para ver mais, clique na foto ou no link:

https://bordadocampo.com/freguesia/a-iniciativa-%e2%80%9climpar-borda-do-campo%e2%80%9d-superou-as-expectativas/

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